A
grande expectativa e esperança dos crentes
através da história estão
firmadas na promessa feita por Jesus aos seus discípulos:
(Jo. 14:1-3) “... voltarei outra vez e vos
levarei para mim mesmo...”. A Bíblia
deixa claro que o cumprimento dessa promessa se
dará em dois momentos distintos: No primeiro
momento virá
para unir-se à sua Igreja (II Ts.
2:1; Fl.3.20-21; Mt. 24.39-42); no segundo
momento virá com a sua igreja em glória
(Cl. 3.4; Zc. 14.4). Logo
depois da “reunião”
de Jesus com a sua Igreja (II Ts. 2.1) segue-se
a revelação do “HOMEM
DA INIQUIDADE, cuja vinda será segundo
a eficácia de Satanás”,
e haverá tribulação
como nuca houve sobre a terra. (II Ts. 2.7-9).
Mas, enquanto este mundo fica sob o domínio do iníquo, a Igreja
estará
em segurança (Jo.17:24;I Co.15.51-56),
participando do Tribunal de Cristo. (Rm.
14.10). “... Pois todos havemos de
comparecer ante o tribunal de Cristo”. O
Tribunal de Cristo será único,
universal e exclusivo para todos os crentes,
inclusive os que jazem no pó ressuscitarão
para aquele grande dia. (I Co.15.52). Será
o momento em que cada crente prestará
conta da sua vida cristã, será
avaliado por tudo quanto tiver feito, de
bem ou de mal, por meio do corpo. (II Co.
5.10).
Será um julgamento necessário, inevitável e segundo a verdade,
pois o justo juiz sabe de tudo e se pronunciará
conforme os méritos de cada um.
(Mt. 10. 26; I Co. 4.5). A base para esse
julgamento se encontra em Rm. 2.2,6: “E
bem sabemos que o juízo de Deus é segundo
a verde sobre os que tais coisas fazem”.
“O qual recompensará cada
um segundo as suas obras”. Será um
tribunal para determinar a estatura espiritual
alcançada por cada crente, (Ef.
4.13; Cl. 2.2) a fim de determinar o nível
de serviço que cada um prestará ao
Senhor na eternidade. Todos os salvos participarão
do Tribunal de Cristo, porém, nem
todos terão recompensas a receber
(I Co. 3.14,15).
Assim, o crente jamais deverá ser precipitado em julgar a outrem, pois,
cada um será julgado pelo Senhor. (Rm. 14.10,12). A atitude cristã correta
em relação ao enfermo espiritual
é de suportá-lo na sua
tribulação, e jamais exercer
ou proferir juízo contra ele.
(Rm. 15.1-2; 14.1,4). Depois
do arrebatamento da igreja (I Ts. 4.16-17),
enquanto os habitantes da terra sofrem
a liderança do “HOMEM DA
INIQUIDADE e a grande tribulação,
os salvos desfrutam do tribunal de Cristo,
o qual terminará com uma grande
festa que tomará conta do céu,
as bodas do Cordeiro. (Ap.19.7,8) O cordeiro
receberá a sua noiva, a igreja,
para reinar com ela para todo sempre.
(II Cr. 11.1,2). Será o momento
quando a igreja tomará o seu lugar
eterno ao lado do seu Senhor. (Ap.7.9;
21.9,27). Amem!