Existe
quase uma unanimidade entre os estudiosos da Bíblia
em afirmar que o décimo terceiro capítulo
da epistola de Paulo aos corintios é o mais
completo escrito existente sobre o amor. È
o poema que resume todo ensino sobre o amor
divino. Como diz Paulo, o doutrinador do
amor, é a lei que impõe ao
crente o dever de jamais prejudicar o seu
semelhante. (Rm.13.10)“O amor não
faz mal ao próximo”. Sempre
existem pessoas querendo fazer as coisas
do seu jeito, conforme os seus próprios
pensamentos e desejos, sem levar em conta
o amor de Deus.
Parece até que desconhecem
a soberania divina sobre toda criação
(Sl. 47.7,8), que Deus “sabe os segredos
do coração” (Sl. 44.21),
e que colocou limites para que os relacionamentos
funcionem corretamente (Sl. 104.9,31). Portanto,
se os relacionamentos não estão
bem é porque o homem não tem
observado os limites do amor estabelecido
por Deus para o seu bem e o bem dos seus
semelhantes. Deus colocou
a ética do amor dentro dos nossos
corações, por ela todos estão
sujeitos entre si. (Rm. 5.5)“... o
amor de Deus está derramado em nossos
corações pelo Espírito
Santo que nos foi dado”. (Rm. 12.5,10)“Assim,
nós que somos muitos, somos um só
corpo em Cristo...”. “Amai-vos
cordialmente uns aos outros com amor fraternal,
preferindo-vos em honra uns aos outros”.
Caim pensava que era independente
do seu irmão, quando o Senhor quis saber
sobre o seu irmão Abel, ele respondeu:
“... acaso sou eu tutor do meu irmão?”
(Gn. 4.9). Deus ordena que os seus filhos
sintam-se responsáveis uns pelos outros!
(I Co. 12.5,26)“... tenham os membros
igual cuidado uns dos outros”.
“De maneira que, se um membro padece,
todos os membros padecem com ele...”.
Uma pessoa independente jamais se sentirá bem
com os limites da vida cristã”,
pois, não aceitará ser liderado
e não desejará prestar contas
de suas atitudes e ações (II
Ts. 4.6,14). Estarão sempre argüindo
os seus direitos sem demonstrar qualquer
preocupação com os direitos
dos outros. Esse tipo de pessoa estará
sempre preocupado com a realização
dos seus próprios caprichos e objetivos,
não demonstrando qualquer interesse
pelos objetivos dos seus irmãos
e da igreja a que pertence. (Fl.2.3-4,13).
O indivíduo independente caracteriza-se
pelo comportamento imprevisível,
pois, o seu humor dependerá
sempre do seu grau de satisfação.
É também um indivíduo
que está sempre procurando atrair
outros para serem seus companheiros nesse
mal. (Pv. 4.5,14, 26).
Deus nos orienta como podemos ser libertos do espírito de desamor,
de independência, de rebeldia e de obstinação: (Tg. 4.10). “Digo-vos
que não sabeis o que acontecerá
amanhã...” (Pv. 14.27). “Humilhai-vos
perante o Senhor, e ele vos exaltará”
“No temor do Senhor há firme
confiança, e ele será um
refúgio para seus filhos”.
“O amor não faz mal ao próximo”, pois, somos benfeitores
uns dos outros! Somos responsáveis pela felicidade uns dos outros! (I
Co. 12.5). “...tenham os membros igual cuidado uns dos outros”
Amem!