A
mente humana está sempre predisposta a aceitar
e a absolver os sentimentos de ansiedade, ou seja,
a “sensação de receio e de
apreensão”.
É exatamente como diz em Pv. 12.25:
“A ansiedade no coração
deixa o homem abatido, mas uma boa palavra
o alegra”. Creio que não tenha
vivido um ser humano sequer sobre a face
da terra que não tenha tido os seus
momentos de ansiedade. Até o próprio
Jesus, na sua humanidade, expressou por vezes
o sentimento de ansiedade porque passava
a sua alma, como está no texto de
Mc.14. 33, 34: “E tomou consigo a Pedro,
e a Tiago, e a João, e começou
a ter pavor, e a angustiar-se”. “E
disse-lhes: A minha alma está profundamente
triste até a morte; ficai aqui, e
vigiai”. Portanto,
sabendo que vivemos num mundo de tanta imprevisibilidade,
a ansiedade passa a ser uma experiência
de todos.
E,
assim, a fim de encararmos esse real problema
existencial que nos tira a tranqüilidade e alegria da vida, o melhor
que temos a fazer é absolver o ensino
e exemplo de Jesus, que nos dizem: (Mt. 6.34) “Não
vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã,
porque o dia de amanhã cuidará de
si mesmo. Basta a cada dia o seu mal”.
(Lc.22.42) “Dizendo: Pai, se queres,
passa de mim este cálice; todavia
não se faça a minha vontade,
mas a tua”. O
desafio proposto por de Jesus para os que
sofrem o sentimento da ansiedade, sempre
foi no sentido de que o enfrentassem na firme
convicção da esperança
do cuidado e da provisão divina, como
em Mt. 10..30,31 e Lc. 12.27,28:
“E até mesmo os cabelos da
vossa cabeça estão todos
contados”.
“Não temais, pois; mais valeis
vós do que muitos passarinhos”.
“Considerai os lírios, como
eles crescem; não trabalham, nem
fiam; e digo-vos que nem ainda Salomão,
em toda a sua glória, se vestiu
como um deles”. “E, se Deus
assim veste a erva ... quanto mais a vós,
homens de pouca fé?”. O escrito
do livro de Hebreus nos adverte a que não
nos privemos da graciosa bondade de Deus
que tira a perturbação da
nossa alma: (Hb. 12.15) Tendo
cuidado de que ninguém se prive
da graça de Deus, e de que nenhuma
raiz de amargura, brotando, vos perturbe...”.
Irmãos, somente Deus tira a ansiedade
que nos tira a segurança e a alegria
da nossa alma! Portanto, se sabemos que
o Senhor
é poderoso para tirar toda a ansiedade
da nossa alma, porque ansioso, se Deus
cuida de na? Oremos, agora mesmo, na
convicção ensinada pelo
aposto Pedro: (I Pe. 5.7)
“Lançando sobre ele toda
a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado
de vós”. Amém!